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Posts Tagged ‘Leitura’

Financiado pela Companhia de Eletricidade do Ceará, por meio de renúncia fiscal, o projeto Baú de Leitura tem apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará e do Ministério da Cultura. Agora em outubro serão entregues 2.000 exemplares divididos em cinco baús de madeira para associações e ONGs que trabalham com incentivo à leitura no Ceará. O acervo doado será disponiblizado para crianças, jovens e adultos de comunidades da capital e do interior .

A entrega dos acervos ocorrerá nos dias 29 (dia nacional do livro), 30 e 31 de outubro de 2014. No ato da entrega do Baú de Leitura, a Casa do Conto, que realiza o projeto, fará uma apresentação de contação de histórias e roda de leituras com as crianças nas instituições beneficiadas. Esta ação irá se repetir em novembro.

As ONGs interessadas devem escrever solicitando o Baú de Leitura à gerência de sustentabilidade social da Companhia de Eletricidade do Ceará, por meio de ofício.

Mais informações:

sustentabilidade@coelce.com.br

85 8526.1201

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Teia da Diversidade 2014, ocorrida em Natal (RN), nos dia 19 a 24 de maio, reuniu  2.5 mil Pontos de Cultura e contou com cerca de 3 mil participantes nos fóruns temáticos. Fizeram parte da programação mais de  270 atividades, entre elas algumas votadas diretamente para os Pontos de Leitura e as Bibliotecas Comunitárias.

A Diretoria de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB), participou das seguintes atividades: – Fórum Nacional dos Pontos de Cultura; – Gt do Livro, Leitura, Literatura; – Seminário Nacional de Acessibilidade em Equipamentos Culturais; – Fórum dos Gestores dos CEUs.

Além disso, realizou 2 oficinas especificamente voltadas para os Pontos de Leitura e Bibliotecas Comunitárias: uma sobre mediação de leitura e outra sobre formação de acervos e, promoveu uma roda de conversa onde estiveram  presentes mais de 70 agentes culturais que atuam nessa área.

A roda  teve início com uma mesa sobre políticas públicas para a área do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, com a presença de José Castilho, Secretário Executivo do PNLL, Fabiano dos Santos Piúba, Diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do MinC, a Deputada Fátima Bezerra, da Frente Parlamentar do Livro e Leitura, o Mestre Janete, representante do Gt do Livro, Leitura e Literatura na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, Edgar Borges, representante do Colegiado do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas na Comissão Nacional de Políticas Culturais, e Marco Túlio, representante do Ponto de Leitura, Borrachalioteca de Sabará, MG.

 A roda de conversas foi um momento importante pois possibilitou a troca de experiências, o debate sobre as ações e políticas da área, além da formulação de propostas e definição de estratégias de articulação deste segmento com o MinC. Ao final, foram eleitas as propostas prioritárias que foram incorporadas no Diálogos da Cidadania e Diversidade, documento final da TEIA.

Além disso, é importante destacar que parlamentares que compareceram ao evento se comprometeram a agilizar a aprovação do Projeto de Lei Cultura Viva e a dar andamento ao trâmite da PEC 150, que trata da vinculação de recursos de orçamento da União para a Cultura.

A seguir apresentamos os resultados desse trabalho:

Ações Prioritárias para o Segmento

 1. Apoio à instalação e modernização de Bibliotecas Comunitárias e/ou Pontos de Leitura, em três categorias:

a)    Modernização: premiação anual, no valor mínimo de R$ 40 mil reais, para as Bibliotecas Comunitárias e/ou Pontos de Leitura. Com o valor do prêmio, cada proponente premiado poderá: adquirir novos acervos, equipamentos e mobiliários; realizar o tratamento e informatização de acervos; pagar custos de manutenção (despesas administrativas); pagar equipe; investir na aquisição e manutenção de uma sede própria, veículo e realizar atividades culturais de promoção da leitura e a informação; entre outras ações;

b)    Instalação de novos Pontos de Leitura: apoio aos governos locais para instalação de novos Pontos de Leitura em unidades prisionais; hospitais; abrigos para menores; abrigos para pessoas em situação de rua; entre outros espaços públicos com circulação de pessoas;

c)    Apoio para instalação de Ponto de Leitura, em todos os espaços que abrangem o Programa Cultura Viva:. Prever para as novas ações do Programa Cultura Viva, um recurso suplementar especifico para instalação de um Ponto de Leitura, que atenda às necessidades de informação local. Sugestão de que o valor seja de dez mil reais.

2. Formação periódica para as Bibliotecas Comunitárias e/ou Pontos de Leitura: oferecer formação presencial e a distância de diversos temas importantes para o desenvolvimento do trabalho, tais como: formação de gestão em equipamentos culturais com ênfase em bibliotecas; formação e tratamento de acervos; mediação de leitura; elaboração de projetos; entre outros.

 3. Apoio via edital para realização de intercâmbios entre as Bibliotecas Comunitárias  e/ou Pontos de Leitura: visar o compartilhamento de metodologias de trabalho, troca de experiências, aprimoramento e divulgação das ações realizadas.

 4. Criação do Vale Leitura: em parceria com os demais Ministérios visando a construção de uma prática leitora nas famílias. Sugestão que seja incorporado ao Bolsa Família, um valor X, para ser destinado a aquisição de livros pelas famílias.

 5. Criação de um programa para a redução dos custos dos livros, isto não significa uma reedição do livro, para uma versão mais barata, mas sim livros com a mesma qualidade gráfica com custos menores.

  

Estratégia de articulação com o Sistema Nacional de Cultura

1. Rede virtual – driação de uma página no site do Sistema Nacional de Bibliotecas, da DLLLB exclusiva para as Bibliotecas Comunitárias e/ou Pontos de Leitura. Que nesta página, conste o  histórico deste apoio, e encaminhe para a rede virtual dos Pontos de Leitura, onde eles poderão postar suas atividades, debater temas específicos da área, e continuar esta troca de informação e contatos. Inicialmente sera utilizada a plataforma do facebook para a formação dessa rede.

2. Realização de encontros regionais para as Bibliotecas Comunitárias e/ou Pontos de Leitura, no sentido de encaminhar propostas para a realização de um Fórum Nacional Bienal desta rede. Para tanto a proposta pressupõem a formação, organização de redes estaduais para a efetivação do processo dos encontros regionais e nacionais.

 3. Garantia de participação das Bibliotecas Comunitárias e/ou Pontos de Leitura em todos os encontros promovidos pelo MinC, tais como:Conferencia Nacional da Cultura, Conferência Ibero-americana de Cultura; TEIAS; Encontros de Juventude; Conselho Nacional de Politicas Cultuais, entre outros, sendo que a representação dos Pontos de Leitura seja indicada pela Rede dos Pontos de Leitura.

Clique aqui para saber mais sobre as ações do MinC na área de Bibliotecas Comunitárias e Pontos de Leitura.

Fonte: Portal do SNPB

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CONVITE

A Fundação Pedro Calmon/SECULT- BA, o Fórum de Literatura, Livro e Leitura do Ceará (FLLLEC) e a Rede Nordeste do Livro, da Leitura e da Literatura (RNELLL) convidam escritores, livreiros, editores, gráficos, capistas, tradutores, bibliotecários, mediadores de leitura, ilustradores, gestores municipais e estaduais e demais interessados para videoconferência que terá como pautas:

– Participação da RNELLL no Circuito Nacional de Feiras de Livro (http://www.cultura.gov.br/site/2011/06/16/circuito-nacional-de-feiras-de-livro-2/ );

– Balanço das Compras Regionais de Livros pelo MinC;

– Organização do Nordeste para a Feira de Frankfurt em 2013

– Participação do Nordeste na Convenção Nacional de Livrarias (29 a 31 de agosto em São Paulo)

– Leis do LLL e Planos Estaduais e Municipais do LLL;

– Prestação de contas da Representante do Nordeste no Colegiado do Livro, Leitura e Literatura na CNC – Mileide Flores

– Publicação pelo MINC dos documentos resultados dos três Fóruns da RNELLL

– IV Fórum da RNELLL durante a Bienal do Livro da Bahia (outubro 2011).

Data: 02/08/2011 (terça-feira)

Horário: 14 às 17h

Local: Salas do BNB em todas as capitais do Nordeste* (ver endereços abaixo)

IMPORTANTE: em função da capacidade das salas do BNB, solicitamos que as inscrições sejam realizadas pelos emails livreiros-e-editores-do-nordeste@googlegroups.com (Rede NELLL) ou roberto.minc@gmail.com, preferencialmente até o dia 31/07/2010, às 17h, informando nome, RG e a localidade de origem. A inscrição é importante para o participante ter acesso as salas do BNB!

*Por problemas técnicos a sala de Natal-RN ainda aguarda confirmação do seu funcionamento e a sala de João Pessoa-PB só está disponível para a transmissão da videoconferência, não sendo possível ao participante atuar no debate (os participantes paraibanos interessados em debater, poderão, caso se disponham, ter acesso a sala de Recife-PE – para isso, é necessário informar na inscrição a capital pernambucana como localidade de origem.

Maiores detalhes acessem o sitio www.forumdeliteraturace.wordpress.com.br

Contamos com a participação de todos!

Mileide Flores

Fórum de Literatura, Livro e Leitura do Ceará (FLLEC)

(85) 3491 7868 / 88029656

Roberto Azoubel

Assessor técnico da Representação Regional Nordeste

Ministério da Cultura (RRNE/MinC)

(81) 31941315 / (81) 97293757

Sérgio Cerviño Rivero

Assessoria DG – Economia do Livro

Fundação Pedro Calmon/SECULT- BA

(71) 31166925 / (71) 99334768

Endereços das Salas de Videoconferência – BNB

São Luís:

Avenida Colares Moreira, Quadra 100, Lote II, Edifício Expresso XXI Renascença II – CEP – 65.075-441

30 lugares

(98) 3194 9600/32189600

Teresina:

R. Rui Barbosa, 163 – Centro

50 lugares

86 3216 8608

Fortaleza:

Av. Pedro Ramalho, 5700 – Passaré

30 lugares

85 3299 5101

Natal:

Av. Antonio Basílio, 3006. Ed. Lagoa Center,Lj 35C/ Lagoa Nova

60 lugares

84 3133 3200

João Pessoa:

Av. Pres. Epitácio Pessoa, 1251 – 12º Andar – Ed.

Empresarial Epitácio Pessoa – Bairro dos Estados

40 lugares

83 3216 9400

Recife:

Av. Conde da Boa Vista, 800 – 2º Andar – Edif. Apolônio Sales – Bairro da Boa Vista

120 lugares

81 3198 4200

Maceió:

R. da Alegria, 407 – Centro

110 lugares

82 3216 4570

Aracajú:

R. Itabaianinha, 44 – 3º Andar – Centro

120 lugares

79 2107 5659

Salvador:

Av. Estados Unidos, 346/12º Andar/Ed. Prof. Miguel Calmon Sobrinho – Comércio

90 lugares

(71) 3103 2892/2828

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Trancrição de um trecho da fala de Mileide Flores durante  participação na 19ª Convenção Nacional de Livrarias:

 “As Livrarias são um fenômeno institucional complexo, com missão complexa e de grande fragilidade. Não existimos apenas para espelhar as fragilidades de uma política social carente de mudanças, não existimos apenas para revelar as condições precárias de comercializar livros em um país de baixa renda e de renda mal distribuída, de um país cheio de analfabetos e de alfabetizados funcionais, sem elite ilustrada, e sem crenças arraigadas na revelação do livro. 
 
Não podemos ser interessantes apenas a nós mesmos ou aos poetas que com ironia ferina ou admiração manifesta, sempre nos colocaram a par com as musas. Gregório de Matos, no século XVII, em A um livreiro que havia comido um canteiro de alfaces com vinagre, polemiza as habilidades de sobrevivência dos livreiros da seguinte forma:
“Levou um livreiro a dente / de alface todo o canteiro / e comeu, sendo livreiro / desencadernadamente / Porém, eu digo que mente / a quem disso o quer taxar / antes é para notar / que trabalhou como mouro / pois meter folhas no couro / também é encadernar”
 Carlos Drummond de Andrade, em Espaço Livraria, no século XX, fala dos poderes de salvação e de perdição da livraria:
 “Primeira livraria, Rua da Bahia / A Carne de Jesus, por Almáquio Diniz / não leiam! obra excomungada pela igreja / rutila no aquário da vitrina / terror visual na tarde de domingo / Um dia, quando? / vou entrar naquela casa / vou comprar / um livro mais terrível que o de Almáquio / nele me perder – e me encontrar”
 
Por isso, é fato dizer, sem medo da repetição de que sem envolver as livrarias nas compras governamentais e, sobretudo, sem resolver a falha fundamental da baixa escolaridade e da baixa renda nacional, o Brasil continuará sendo, paradoxalmente, um ótimo produtor e um péssimo consumidor de livros. Assim, o efeito-demonstração e o efeito-vitrine, realmente motivador, que bienais e feiras de livros apresentam, não surtirão os efeitos esperados de uma democratização do livro, útil como cultura, como direito e como negócio. As livrarias têm que ser percebidas como parceiras estratégicas das políticas públicas destinadas a qualificar nossos processos civilizatórios”

Segunda-feira, 17/1/2011
Querem acabar com as livrarias
Noah Mera 
Que vivemos em um país que lê muito pouco é consenso, e a solução para este problema, todos sabemos, é educação. A melhor política possível de democratização da leitura é melhorar principalmente nosso ensino fundamental, capacitando professores e investindo em bibliotecas. Até agora não disse nada de mais, não é mesmo? Qualquer pessoa que tenha tido a sorte de ter acesso a um mínimo de escolaridade sabe que a solução passa por estes passos (simples de observar e apontar, mas um desafio enorme para executar em um país como o nosso…).

Qualquer pessoa também sabe da triste situação da escola pública brasileira. E muitos de nós fomos até mesmo traumatizados durante a idade escolar por professores e programas incapazes de despertar o verdadeiro gosto pela leitura nos alunos (claro que há o fator cultural, são poucos os leitores que conheço que não vêm de famílias onde pelo menos um parente próximo cultivasse o hábito).

Apesar do exposto, o mercado livreiro fervilha de alguns anos para cá (se não em vendas, pelo menos em lançamentos). Feiras, bienais, prêmios e festas literárias pululam aos quatro cantos do país, novas editoras e autores surgem todos os dias. Não fosse o conhecimento comum da situação sobre a qual discorri nos dois primeiros parágrafos, poderíamos supor que jorra dinheiro no mercado literário brasileiro. Triste ilusão.

Grande parte dos títulos são lançados por editoras pequenas, com tiragens muito reduzidas e grande risco de pouco retorno do investimento. Sem contar que vários desses livros contam com a participação do autor no financiamento das tiragens.

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Biblioteca Viva
Bibliotecas, Livros, Leitura e Literatura em pauta!

A construção de um Brasil leitor é um trabalho conjunto que envolve governo e sociedade civil. O Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) mostra em seu Mapa de Ações a pluralidade de atividades e  intervenções em prol da disseminação do livro e da leitura no país.
Neste contexto, destaca-se o papel preponderante das bibliotecas públicas e comunitárias  no incentivo  e no acesso gratuito à leitura.
Alinhados com o propósito de elevar cada vez mais o número de leitores no Brasil,  o Ministério da Cultura e a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo se unem, novamente, para a realização do “III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias” e “III Fórum Nacional do Livro e Leitura” que acontecerá no período de 19 a 21 de agosto de 2010, em paralelo à 21ª.  Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Anfiteatro Elis Regina, no Palácio das Convenções do Anhembi, na cidade de São Paulo, SP.
Como ocorrido nas edições anteriores o evento reunirá profissionais e pessoas interessadas  em compartilhar experiências, interagir com novos projetos, integrar-se com novas ações, conhecer novas alternativas de atuação e enfrentar novos desafios.
Contamos com sua presença!

Período do Evento: de 19 a 21 de Agosto
Local: Auditório Elis Regina – Parque Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209, Anhembi Parque – Santana – CEP 02012-02
Estrutura do Evento: Debates, palestras, mesas redondas e painéis.

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Brasília – O Brasil tem uma dívida histórica com o livro e a leitura, na avaliação do ministro da Cultura, Juca Ferreira, que afirma que houve um razoável abandono dessa área no país. Ele comparou a realidade brasileira, na qual a tiragem média de um livro é de 5 mil exemplares, com a de Cuba onde cada título tem uma tiragem de 100 mil.

Para o ministro, sem livro e sem leitura não há objetividade na construção de uma sociedade complexa. Ele acredita ainda que é preciso que os alunos sejam treinados a ler. “É preciso que no dia a dia da sala de aula, o livro seja apresentado de forma prazerosa”, defendeu durante solenidade de abertura do 21º Fórum Nacional Mais Livro, Mais Leitura nos Estados e Municípios. O evento tem o objetivo de discutir o acesso ao livro e à leitura.

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Os brasileiros compram menos livros hoje do que na década de 90. O mercado editorial atribui as novas tecnologias, entre outros fatores, a diminuição do faturamento e até do encantamento pela leitura. A proposta da criação de um novo imposto sobre os livros criou um impasse entre o governo e mercado. O dinheiro seria destinado para um fundo com o objetivo de incentivar a leitura do país, só que na prática elevaria o preço do livro. Quando chegasse as estantes das livrarias, o produto já estaria 2,1% mais caro, um acréscimo que pode desestimular a compra de livros. Um estudo mostrou que o imposto provocaria uma queda nas vendas, principalmente, entre os consumidores de baixa renda. Matéria veiculada na Globo News, Jornal das Dez, em 04/09/2009.

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