Folha de S. Paulo – 22/07/2011 – Por Gabriela Mellão

O centro de estudos norte-americano era o único órgão disposto a recuperar, catalogar e digitalizar a memória do fundador do Teatro do Oprimido –a empreitada foi orçada em US$ 500 mil. Na última terça, entretanto, a viúva do artista, Cecília Boal, recebeu um telefonema do Itaú Cultural que pode fazer com que os 20 mil textos (entre eles duas peças inéditas), as 2.000 fotografias e as 300 horas de vídeo de produções teatrais, entre outros documentos do autor e diretor, permaneçam no Brasil. Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, confirma o interesse: “Nossa perspectiva é construir um relacionamento que caminhe para a disponibilização do acervo digitalizado na internet e para chegar a um entendimento sobre qual poderia ser a instituição brasileira a guardar o espaço físico do acervo”. A psicanalista Cecília Boal acredita que o desejo dele seria que seus documentos permanecessem no país.


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