Luz Vermelha que se Azula de Nilto Maciel — ganhador do Prêmio Literário para Autor (a) Cearense – Prêmio Moreira Campos, de CONTOS, da SECULT/CE

O Projeto Bazar das Letras realiza um bate-papo com o escritor cearense Nilto Maciel, nesta terça-feira (30 de agosto). Na ocasião, o escritor lança a antologia de contos Luz Vermelha que se Azula. O evento acontece na Galeria do Teatro SESC Emiliano Queiroz, no Centro de Fortaleza, a partir de 19h. O contista e mestrando da Universidade Federal do Ceará (UFC), Carlos Vazconcelos, que fez a apresentação da obra, será o mediador da entrevista. A entrada é gratuita.

Promovido pelo grupo de leitura Abraço Literário do SESC-CE, o projeto Bazar das Letras existe há mais de três anos e tem o objetivo de valorizar a literatura, sobretudo a cearense, e outros temas do universo da produção literária.

Serviço:

Bazar das Letras – Lançamento da obra “Luz Vermelha que se Azula”
Local: Galeria SESC Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, 1701 – Centro, em frente ao Dnocs)
Data e Hora: 30 de agosto, às 19h
Mais Informações: (85)3452-9032

Preço de lançamento: R$ 20,00
Para contato com o autor: niltomaciel@uol.com.br
Para adquirir Luz Vermelha que se Azula (para ausentes ao lançamento e fora do Estado):
R$ 25,00 (incluso valor de envio correio)
Depósito em conta – Banco do Brasil – agência: 4885-2/ Conta: 671.063-8, em nome de Nilto Fernando Maciel.
Após o depósito, envie e-mail (anexo o comprovante de depósito) para o endereço eletrônico do Autor (acima) com o endereço postal completo (não esquecer o CEP) do destinatário. Qualquer dúvida ou informação, com o Autor.

Sobre Nilto Maciel

Nascido em Baturité, Ceará, em 1945, 

o advogado, graduado pela UFC, Nilto Maciel é contista, poeta, romancista e estudioso da literatura, uma referência da arte literária noCeará. Em 1976, foi um dos criadores da revista O Saco. Mudou-se para Brasília em 1977, onde, em 1992, à publicação da Literatura: revista do escritor brasileiro, regressando a Fortaleza em 2002.

Entre os melhores contistas brasileiros, obteve primeiro lugar em vários concursos literários nacionais e estaduais. Organizou, com Glauco Mattoso, Queda de Braço: uma antologia do conto marginal (Rio de Janeiro/Fortaleza, 1977). Participou de diversas coletâneas e antologias, entre elas: Quartas Histórias: contos baseados em narrativas de Guimarães Rosa e Capitu mandou Flores, ambas organizadas por Rinaldo de Fernandes, e O Cravo roxo do Diabo: o conto fantástico no Ceará, organizado por Pedro Salgueiro. O Cabra que Virou Bode foi transposto para a tela pelo cineasta Clébio Viriato Ribeiro, em 1993.

Traduções

Publicou nos mais diversos gêneros literários e em diversas línguas (esperanto, italiano, espanhol e francês): Tempos de Mula Preta,ItinerárioPunhalzinho cravado de ódioOs guerreiros de Monte-Mor (a ser relançado em breve pelo Armazém da Cultura), As insolentes patas do cãoA guerra da donzelaCarnavalhaVasto abismoA rosa góticaPescoço de girafa na poeiraA última noite de HelenaA leste da morte, dentre outros.

Pesquisas

Como pesquisador do gênero conto, publicou: Panorama do Conto Cearense e Contistas do Ceará: d’A Quinzena ao CAOS Portátil.

Fortuna crítica
“Nilto Maciel é, em verdade, um autor imprevisível, quase estilhaçante. Mas, ao mesmo tempo, humaníssimo e preso aos seus fantasmas conscientes e inconscientes, que latejam e volatizam da alma e do coração de um artista com lugar de destaque e definido na literatura brasileira.” (Caio Porfírio Carneiro)

“Nilto Maciel permanece fiel ao seu artesanato meticuloso. A cada livro publicado, verificam-se novas descobertas e uma outra luz se acendendo às possibilidades do leitor.” (João Carlos Taveira)

“(…) puxa o leitor por caminhos inusitados e consegue, sem exauri-lo no longo percurso que se impõe da primeira à última página, prendê-lo espontaneamente ao universo de seres alucinados e fatigados de sua aventura existencial.” (Aíla Sampaio)

“(…) prova a versatilidade de Nilto Maciel em trabalhar assuntos aparentemente tão díspares, mas que no fundo convergem para a unificação de uma temática que se vem cristalizando como pano de fundo na elaboração da sua atividade ficcional, que é a capacidade de fundir a carnavalização do picaresco com a atmosfera do alegórico.” (Dimas Macedo)

“Seu discurso literário é o triunfo da expressividade sobre as estruturas lineares do idioma.” (Francisco Carvalho)

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s