A matemática dos direitos autorais

Versão impressa, modelo de varejo e modelo de agência são analisados

03/09/2010

Um agente especializado tem me ajudado a tentar analisar a fundo a questão dos direitos autorais. Nas tabelas abaixo, ele me ajudou com a metodologia, mas os números que aparecem são de minha responsabilidade. Espero que organizando a informação dessa forma eu ajude todo mundo a pensar na questão de direitos autorais dos e-books com mais precisão. Aliás, teremos um painel sobre esse assunto durante o Digital Book World em Janeiro.
Eu quero pensar sobre isso filosoficamente (eu gosto de pensar a respeito de tudo filosoficamente), mas esse post é sobre estabelecer uma estrutura de entendimento sobre quais são as reais implicações econômicas, para a editora e para o autor, das práticas de vendas atuais e da divisão de lucros. Então esse é um post do tipo “somente os fatos”.
Nós criamos três grupos de tabelas [todos baseados em valores, números e formatos do mercado norte-americano]: uma para comparar e-books com livros de capa dura, outra comparando e-books com os paperback, e o terceiro comparando os e-books com os livros mass-market paperback. Por causa dos relatórios que seguiram o anúncio da Random House-Wylie que sugeriu que os direitos autorais de e-books, ao menos em algumas listas, pode atingir 40%, nós calculamos como eles funcionariam tanto no modelo de venda no varejo como no modelo de agência com o autor recebendo 25% e com o autor recebendo 40%.

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